Durante o programa ela conta como está se sentindo, visto que enfrentou uma batalha contra o câncer

Na manhã deste sábado (28), durante a exibição do programa ‘É De Casa’, a apresentadora Ana furtado acalmou os telespectadores com relação ao seu estado de saúde durante a epidemia de coronavírus.



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Durante o programa, ela conta que recebeu mensagens de preocupação de fãs na semana passada por apresentar o programa, pois por recomendação de órgãos de saúde, pessoas que estão em grupo de risco devem tomar cuidados redobrados.

A maior preocupação dos telespectadores foi de que em 2018 a apresentadora usou suas redes sociais para informar a descoberta de um câncer de mama em estágio inicial.

Entretanto, com sessões de quimioterapia e fé, Ana venceu o câncer em junho de 2019.

No programa desta manhã, esbanjando tranquilidade ela afirma que não faz mais parte do grupo de risco.

“Depois do último programa, no sábado passado, muitas pessoas mandaram mensagens, pra mim e pra a nossa central de atendimento, preocupadas com a minha participação ao vivo aqui no ‘É de Casa’, já que eu tive câncer de mama em 2018”, disse ela.

Em seguida, para tirar as duvidas sobre o assunto, Ana conversou via chamada de vídeo com o médico oncologista Fernando Maluf, que fez parte do seu tratamento contra o câncer no hospital Albert Einstein, em São Paulo.


Oncologista Fernando Maluf(Foto:TV Globo/Reprodução)


Pacientes com chances de risco

Assim, ele explicou por que não há problemas em Ana apresentar o programa, e como de outras pessoas com histórico de câncer não estarem no grupo de risco.

“É importante a gente entender que, na verdade, existe uma pequena parte dos pacientes oncológicos que são realmente grupo de risco”, afirma ele.

De acordo com ele, os pacientes com diagnóstico de câncer, que estão no grupo de risco fazem parte de três grupos: o primeiro são pacientes que tem linfomas, leucemias e mielomas.

O segundo grupo são de pacientes que estejam fazendo tratamentos que podem ocasionar a diminuição da imunidade e o terceiro grupo que são pacientes em estágio muito avançado e, por causa disso, há uma debilidade maior.

Contudo, o médico ainda alerta que muitos pacientes estão deixando o tratamento de lado por medo. “Os pacientes e os parentes estão em pânico achando que todos eles são grupo de risco. Não é verdade”, alertou ele.

Por fim, Ana se diz feliz por sua imunidade estar perfeita como de uma pessoa que nunca teve câncer.

 

Por Larissa Marques

Imagem destacada Ana Furtado (Foto:Instagram/Reprodução)

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