A atriz de 24 anos revelou detalhes sobre quase ter desistido do seu papel na novela.

“A primeira vez que me dei conta de que era mulher foi quando eu tava vivendo a Lurdinha em Salve Jorge e vi meu corpo sendo objetificado. Eu não tinha maturidade pra lidar com aquilo e não entendia aquilo.” Afirmou Bruna no evento #TamoJuntas promovido pela revista Glamour em parceria com a Puma que ocorreu nessa segunda-feira (09).



PUMA Talks | #pumatamojuntas

LIVE no Facebook às 18h30 com Bruna Marquezine, Ludmilla, Maisa Silva pela primeira vez juntas, com a moderação de Rafa Brites. Em um mundo com cada vez mais filtros, ousar ser você mesma é um ato de rebeldia. E quando fazemos isso juntas, ninguém nos segura. TAMO JUNTO. Uma expressão comum, que todos falamos no masculino. É meio batida, mas essa frase traz o sentimento de coletividade que nós da PUMA acreditamos. Se respeitar, se aceitar e se amar, dentro de suas individualidades e universos, é o primeiro passo que qualquer mulher tem que dar rumo ao empoderamento. Mas isso não é tudo. Também respeitar, aceitar e amar a mulher que está ao seu lado. CHEGA DE COMPETIÇÕES E CRÍTICAS.

Posted by PUMA on Monday, 9 September 2019

 

Leia mais: Bruna Marquezine apresenta a sobrinha e a internet ama o excesso de fofura!

Nossa musa também alertou o lado ruim das redes sociais, em relação a todos os tipos de julgamentos que as pessoas estão sujeitas. Mas, também ressaltou sobre a importância de dividir a nossa vulnerabilidade com as pessoas. “Essa é a melhor maneira que temos de influenciar”.

A atriz também falou sobre estar fazendo tratamento psicológico para saber lidar melhor com comentários ruins que aparecem em horas erradas nas redes sociais. Sempre bom procurar ajuda de um profissional, né?

Ao longo da sua trajetória como atriz, Bruna ainda contou sobre mulheres que sempre ajudaram ela em momentos de fragilidade, por ter iniciado sua carreira tão jovem. “Ter esse olhar de algumas atrizes mais experientes me fortaleceu”.

Evento #TamoJuntas (Foto: André Ligeiro)


“Nem todas as mulheres andam na mesma velocidade. Não há necessidade de correr para segurar a mão de todo mundo”, concluiu sobre a questão do feminismo e ainda falou sobre respeitar o tempo dos outros e claro, sobre respeitar a si mesma.

Por: Bruna Canellas

Related Article

0 Comentários

Deixe um comentário