A atriz relatou ter vivido momentos de tensão quando estava chegando no seu destino

 

Carol Castro em seu Instagram, na última quinta-feira (30), relatou ter vivido momentos de tensão enquanto viajava para o Rio de Janeiro. A musa, de 35 anos, usou os stories para compartilhar que o avião em que ela estava, surpreendentemente, passou por turbulências e inesperadamente, teve que arremeter.



 

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Carolina Castro revelou ter vivido momentos de tensão, enquanto viaja para o RJ, num avião que passou por turbulência.

Carol Castro revelou ter vivido momentos de tensão, enquanto viajava para o RJ. (Foto: Reprodução/Instagram)


 

“Decolar para o Rio, depois de um dia intenso de trabalho… Nem poderia imaginar que iria cair o mundo na hora do pouso e que o avião iria arremeter segundos depois de forma bem brusca. Aí, você reza, reza, reza e reza. Muita turbulência. Nenhuma visibilidade. Raios e trovões… por fim, pousamos em Vitória. Abastece. Volta para o Rio. Terra”, escreveu ela, legendando.


(Foto: Reprodução/Instagram)


 

Por conseguinte, cerca de quatro horas depois, a atriz ainda compartilhou outro registro. “A caminho de casa. E escondendo a cara de exaustão”, enfatizou.


(Foto: Reprodução/Instagram)


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Turbulência no Brasil

Quem viaja rotineiramente de avião, dificilmente nunca enfrentou uma turbulência. Essa “tremedeira” – extremamente comum durante os voos – está presente, inegavelmente, em todas as viagens, mas em alguns trechos, essa sensação pode ser ainda mais aterrorizante.

Os aviões que fazem voos domésticos, surpreendentemente, costumam ser mais estáveis, mas quem já fez voo em aeronaves de médio e pequeno porte, sabe que a sensação é um tanto quanto frágil e é ainda mais comum nessas modalidades da aviação.

Tipos de turbulência

De acordo com o Guia Viajar Melhor, existe uma diferença entre turbulências de altitudes elevadas e baixas altitudes. As turbulências mais próximas ao solo, eventualmente, podem ser causadas por ventos carregados ou correntes de ar que podem desestabilizar a tranquilidade a bordo.

 

Apesar de ser um problema, principalmente na hora da decolagem ou pouso, todos os profissionais presentes no vôo sabem muito bem lidar com esses momentos: isso não é nenhuma novidade no mundo da aviação profissional. Os treinamentos são rigorosos para tranquilizar toda a staff nesses momentos cruciais.

 

Analogamente, quando os voos não tinham cabines pressurizadas, os pilotos eram orientados a voar em altitudes mais baixas, onde as turbulências acabavam sendo mais frequentes.

 

Recentemente, depois do avanço da tecnologia aérea, esse problema foi reduzido drasticamente. Em altitudes mais elevadas, as turbulências aparecem quando o ar sobe verticalmente – de baixo para cima. Nesses casos, o sol esquenta a terra e o ar acima dela. O ar quente, posteriormente, tem a tendência de aumentar e subir, causando um fenômeno chamado de updraft, conhecido também como ar ascendente.

Por Thiago Martins

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