Rihanna não gostou de ser cobrada sobre o novo álbum de estúdio

Rihanna não gostou da exigência recebida em meio à pandemia. Foto: Getty Images.


Rihanna é uma grande artista, cantora e empresária. Em suma, é conhecida mundialmente pelo sucesso de suas músicas e pela marca de maquiagem que possui, a “Fenty Beauty”. Em meio a pandemia causada pelo novo coronavírus, ela decidiu realizar uma live para anunciar novos investimentos no combate ao vírus. Mas, um outro fato chamou bastante a atenção dos fãs. Uma resposta que ela deu quando questionada sobre o lançamento do próximo álbum.



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“Se algum filho da p*ta aí de vocês me perguntar sobre o álbum mais uma vez, enquanto eu tento salvar o mundo, ao contrário do seu presidente…”. Rihanna não lança um álbum musical desde 2016, ano em que divulgou o CD nomeado de “ANTI”. No entanto, em dezembro do ano passado, ela postou um vídeo no Instagram com a legenda. “Update: escutando o R9 sozinha e me recusando a divulgá-lo”. O post deu a entender que a cantora já tinha finalizado o álbum e despertou uma grande curiosidade nos fãs.

Mas o objetivo da Rihanna durante a live não era causar este tipo de polêmica. A cantora também informou que ela e Jack Dorsey, fundador do Twitter, se juntaram para fazer uma doação . O valor foi de 4,2 milhões de dólares (cerca de 21,3 milhões de reais). O dinheiro será destinado ao “Mayor’s Fund de Los Angeles”. A fundação ajuda mulheres que são vítimas de violência doméstica, que tem crescido ainda mais com o isolamento social.

Além disso, o TMZ informou que este dinheiro poderá garantir moradia, refeições e terapia para 90 vítimas durante dez semanas. Rihanna fez a doação por meio de sua própria fundação, a Clara Lionel Fundation. A princípio, o intuito é ajudar mulheres de Los Angeles e, posteriormente, mulheres de todo o mundo.

Confira um trecho da live da cantora


Rihanna ajudou no combate à uma grande causa: A violência doméstica

Mulheres sofrem ainda mais com violência doméstica durante a quarentena. Foto: iStock.


A ONU (Organização das Nações Unidas) recomenda que os países continuem investindo em serviços online para diminuir a agressão contra mulheres nas próprias casas. Além disso, foi recomendado que os sistemas judiciais não deixem de punir os agressores e que estabelecimentos públicos criem sistemas de alerta.

O secretário-geral da ONU informou que as mulheres correm ainda mais perigo no ambiente em que deviam estar seguras. “Para muitas mulheres e meninas, a ameaça parece maior onde deveriam estar mais seguras: em suas próprias casas”.

A OMS (Organização Mundial da Saúde), já havia feito um estudo com o intuito de apontar os efeitos destes abusos na vida das mulheres. Os dados levantados mostram que os abusos físico e mental aumentam, em até duas vezes, a chance da mulher cometer um aborto. As que sofreram agressão sexual, possuem 2,3 vezes mais chances de desenvolver problemas com álcool.

Por: Adelmo Júnior

Foto em destaque: Getty Images/Reprodução

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