Atriz Juliana Paes Lança tag contra Goleiro Bruno: #meuidolonaoefeminicida

A atriz Juliana Paes se posiciona contra possível contratação do Goleiro Bruno nesta sexta-feira (10/01), por clubes de futebol após sua saída da prisão. Ela diz que se inspirou no vídeo da jornalista Jessica Senra, que viralizou esta semana, em que ela defende a imoralidade de colocar um condenado por feminicídio em uma posição de ídolo. Juliana começou a hasthtag #meuidolonaoefeminicida e convidou outros famosos a se manifestarem.
Instagram Juliana Paes / Polícia Civil MG

Instagram Juliana Paes / Polícia Civil MG

A atriz se Posiciona Contra Goleiro Bruno em Seu Instagram

Juliana sobre Goleiro Bruno : Meu ídolo não é feminicída.



Juliana Paes se posiciona contra caso Goleiro Bruno

Instagram Juliana Paes

 

Em seguida, publicou uma selfie com a seguinte legenda:

“Jessica Senra me surpreendeu e me comoveu com a sua coragem, ousadia e inteligência ao defender seu posicionamento contra um clube de futebol que desejava contratar o goleiro Bruno, condenado por um crime bárbaro de assassinato à mãe de seu filho”, disse a atriz.

“Eu como mulher, e defensora da causa da violência contra a mulher, queria dizer que estou muito orgulhosa de você, Jessica. E queria convidar todos meus seguidores, pessoas e marcas, a verem o vídeo completo do seu discurso e compartilharem uma foto nos seus perfis com a hastag #meuidolonaoefeminicida para que mais pessoas vejam essa história”, convoca com o intuito de encorajar as mulheres.

Ela também postou a hashtag em seus Stories e marcou outras famosas, como Deborah Secco e Agatha Moreira.“Já viram isso @dedesecco, @mariajoana, @sabrinasato, @juliannetrevisol, @agathaamoreiraa?”, declarou enfim.

Dessa forma, muitos seguidores apoiaram a proposta de Juliana, apesar de boa parte dos internautas preferiam focar mais nos atributos físicos da atriz, chovendo elogios quanto sua aparência.
E você, o que você achou do posicionamento de Juliana Paes?

Entenda o Caso

Segunda-feira (06/01), Jessica Senra questionou ao vivo a moralidade da contratação de Bruno pelo clube Fluminense de Feira e disparou:

“A pessoa que cometeu um erro e já pagou por ele, em termos judiciais, precisa poder refazer sua vida. E, legalmente, não há nenhum impedimento para que ela exerça qualquer profissão que esteja habilitada. Mas, no caso do feminicida Bruno, e a profissão de atleta, isso é moral? Desejamos e precisamos que pessoas que cometem crimes tenham a possibilidade de refazer suas vidas mas, diante de um crime tão bárbaro, tão cruel, poderíamos tolerar que o feminicida Bruno voltasse à posição de ídolo? Que mensagem mandaríamos para a sociedade?”.

Bruno foi condenado a 20 anos de prisão pelo assassinato de Eliza Samudio, de 25 anos, mãe de seu filho. O crime aconteceu em 2010 e teve repercussão nacional.

 

Por Lívia Cout

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