Cantora pagou pelo trio e acabou sendo lesada.

Hora da justiça! O problema ocorrido com Lexa, que ficou sem desfilar no último dia do carnaval de rua de São Paulo, no domingo (10), ganhou mais um capítulo: a funkeira carioca esteve na tarde desta quarta-feira (13), no Departamento da Polícia Civil, na cidade de Barueri, na Grande São Paulo, para prestar queixa! Vai com tudo, como que alguém pode fazer uma coisa dessas?



Só pra você lembrar, Lexa apareceu em seus stories para contar toda a situação e mostrou seu desespero. Segundo a cantora, seu trio que contratou para se apresentar no carnaval de rua de São Paulo não apareceu e ela acabou sendo lesada. A funkeira iria sair com seu “Bloco da Sapequinha” no percurso inédito da Avenida Marquês de São Vicente, na Barra Funda.

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A cantora alegou ter sofrido um golpe da pessoa responsável pelo aluguel de seu trio elétrico (o produtor Sebah Vieira). “É a terceira maquiagem que eu faço de tanto que já chorei. Trabalhei muito para pagar esse trio, paguei e a pessoa responsável sumiu com meu dinheiro e com o trio”, desabafou no Instagram. Em suas redes sociais, Lexa apresentou todos os comprovantes de transferências e pagamentos do Trio.

Após tentar alugar outros carros, Lexa foi convidada para cantar no bloco da Preta Gil, que se apresentou no Obelisco do parque do Ibirapuera. A cantora Anitta também ofereceu para Lexa cantar em seu trio que se apresentou em um evento fechado no Espaço das Américas, em São Paulo.

Em nota, a Prefeitura de São Paulo afirmou: “A Secretaria Municipal das Subprefeituras informa que a cantora Lexa irá se apresentar junto com Petra Gil, no Bloco da Preta, na Avenida Pedro Álvares Cabral. A cantora afirma que o trio contratado por ela não compareceu”. De acordo com informações do UOL, todo problema se deve por falta de pagamento do produtor Sebah Vieira (conhecido de Lexa, há um bom tempo, que realizou a festa de aniversário de Lexa em Fevereiro deste ano de 2019 – também em Janeiro, produziu o aniversário do MC Don Juan), que descumpriu contrato e passou um cheque sem fundo na negociação.

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A denúncia foi feita por Paulo Barros, empresário e dono da GRV, empresa de transporte e logística responsável pelo aluguel do trio para disponibilizá-lo para artistas. Barros afirma ter assinado contrato de aluguel no valor de R$ 54 mil, por meio da produtora Tchê Produções e Eventos e que previa a realização de três shows, com utilização de dois trios, um deles seria o ‘Trio Sapequinha’, de Lexa.

O empresário reclama de calote (recebeu cheque sem fundos) e está acionando a Justiça com duas ações, uma de reparação financeira e outra de danos morais. Barros afirma que está nesse ramo há 30 anos e nunca tinha passado por algo parecido. Já Sebah Vieira, produtor acusado por Lexa, se manifestou nas redes sociais sobre o ocorrido, afirmando ter sido enganado e diz que tem provas de que todos os pagamentos foram feitos corretamente.

Lexa (Foto: Brazil News)


Lexa (Foto: Brazil News)


Lexa (Foto: Brazil News)


Lexa (Foto: Brazil News)


Lexa (Foto: Brazil News)


(Por Gabriela Bulhões)

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