Com o aumento das fake news, as pessoas começaram a confiar mais nas pesquisas científicas

Na pesquisa realizada no Reino Unido mostrava o maior interesse da população em checar as fontes das notícias durante a pandemia.



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Contudo, essa pesquisa feita pela Open Knowledge Foundation (Fundação do Conhecimento Aberto), comprovou que muitos britânicos estão se preocupando mais com a origem das informações sobre a pandemia.

Cientistas em pesquisa. (Foto: Reprodução/ Casa de Notícias)


De acordo com a pesquisa, 64% dos participantes afirmaram que confiaram mais na opinião dos pesquisadores universitários nesse período.

Já 67% acreditam no livre acesso de infográfico sobre a Covid-19 para a verificação de dados direto da fonte.

Além disso, o Office of Communication (Ofcom) fez um levantamento sobre as notícias falsas nesse país.

Segundo esse levantamento, foi calculado que metade dos adultos nesse país foram expostos às notícias falsas.

Essa fundação realizou uma enquete sobre a forma de como as pessoas lidavam com o novo coronavírus.

Sobre as fake news na pandemia

Como resultado, a desinformação fez com que a população se importasse para as notícias e com a credibilidade das fontes.

A população também desejava acesso às pesquisas sobre as vacinas em andamento e 67% concordavam com a divulgação dos dados.

Como também o interesse em detalhes sobre as medidas do governo, pois dos 59% dos 1.006 participantes que confiam nas medidas tomadas pelo governo com base em dados sigilosos, 97% querem que os órgãos governamentais de saúde revelem dados não confidenciais.

Enquanto isso, no Governo Escocês foi imposta novos limites a sua Lei de Acesso à Informação, com o prazo de resposta do governo em 60 dias e a possibilidade de estender para 100.

Por: Thuane Dantas

Imagem em destaque: Pesquisas sobre Covid-19 estão sendo feitas. (Foto: Reprodução/Catraca Livre)

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